segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O que é Ludicidade?


Há muitas conceituações para ludicidade, algumas contradições e até confusões. Não é meu objetivo discuti-las aqui, e sim apresentar uma possibilidade de compreender o lúdico. Para traçar os contornos de como o considero, aproprio-me da conceituação de alguns estudiosos desse tema.
O primeiro aspecto a destacar é que as atividades lúdicas não se restringem ao jogo e à brincadeira, mas incluem atividades que possibilitam momentos de prazer, entrega e integração dos envolvidos. Segundo Luckesi(2), são aquelas que propiciam uma experiência de plenitude, em que nos envolvemos por inteiro, estando flexíveis e saudáveis. Para Santin(3), são ações vividas e sentidas, não definíveis por palavras, mas compreendidas pela fruição, povoadas pela fantasia, pela imaginação e pelos sonhos que se articulam como teias urdidas com materiais simbólicos. Assim elas não são encontradas nos prazeres estereotipados, no que é dado pronto, pois, estes não possuem a marca da singularidade do sujeito que as vivencia.
Na atividade lúdica, o que importa não é apenas o produto da atividade, o que dela resulta, mas a própria ação, o momento vivido. Possibilita a quem a vivencia, momentos de encontro consigo e com o outro, momentos de fantasia e de realidade, de ressignificação e percepção, momentos de autoconhecimento e conhecimento do outro, de cuidar de si e olhar para o outro, momentos de vida, de expressividade.
Uma aula com características lúdicas não precisa ter jogos ou brinquedos. O que traz ludicidade para a sala de aula é muito mais uma “atitude” lúdica do educador e dos educandos. Assumir essa postura implica sensibilidade, envolvimento, uma mudança interna, e não apenas externa, implica não somente uma mudança cognitiva, mas, principalmente, uma mudança afetiva. A ludicidade exige uma predisposição interna, o que não se adquire apenas com a aquisição de conceitos, de conhecimentos, embora estes sejam muito importantes. Uma fundamentação teórica consistente dá o suporte necessário ao professor para o entendimento dos porquês de seu trabalho. Trata-se de ir um pouco mais longe ou, talvez melhor dizendo, um pouco mais fundo. Trata-se de formar novas atitudes, daí a necessidade de que os professores estejam envolvidos com o processo de formação de seus educandos. Isso não é tão simples, pois, implica romper com um modelo, com um padrão já instituído, já internalizado.
A escola tradicional, centrada na transmissão de conteúdos, não comporta um modelo lúdico. Por isso é tão frequente ouvirmos falas que apoiam e enaltecem a importância do lúdico estar presente na sala de aula, e queixas dos futuros educadores, como também daqueles que já se encontram exercendo o magistério, de que se fala da importância da ludicidade, se discutem conceitos de ludicidade, mas não se vivenciam atividades lúdicas. Fala-se, mas não se faz. De fato não é tão simples uma transformação mais radical pelas próprias experiências que o professor tem ao longo de sua formação acadêmica.
Como bem observa Tânia Fortuna, em uma sala de aula ludicamente inspirada, convive-se com a aleatoriedade, com o imponderável; o professor renuncia à centralização, à onisciência e ao controle onipotente e reconhece a importância de que o aluno tenha uma postura ativa nas situações de ensino, sendo sujeito de sua aprendizagem; a espontaneidade e a criatividade são constantemente estimuladas(4).
Podemos observar que essas atitudes, de um modo geral, não são, de fato, estimuladas na escola. Como afirmei em um texto recente, “as atividades lúdicas permitem que o indivíduo vivencie sua inteireza e sua autonomia em um tempo-espaço próprio, particular. Esse momento de inteireza e encontro consigo mesmo gera possibilidades de autoconhecimento e de maior consciência de si”(5).
Considero como lúdicas as atividades que propiciem a vivência plena do aqui-agora, integrando a ação, o pensamento e o sentimento. Tais atividades podem ser uma brincadeira, um jogo ou qualquer outra atividade que possibilite instaurar um estado de inteireza: uma dinâmica de integração grupal ou de sensibilização, um trabalho de recorte e colagem, uma das muitas expressões dos jogos dramáticos, exercícios de relaxamento e respiração, uma ciranda, movimentos expressivos, atividades rítmicas, entre outras tantas possibilidades. Mais importante, porém, do que o tipo de atividade é a forma como é orientada e como é experienciada, e o porquê de estar sendo realizada. Ela deve permitir que cada um possa se expressar livre e solidariamente, que as couraças, bloqueios que se estabelecem, possam ser flexibilizadas e que haja um maior fluxo de energia.
A espontaneidade do indivíduo, sua autoexpressão e criatividade são bloqueadas quando ocorre a contenção da bioenergia, isto é, da energia vital que circula em nosso organismo através da corrente sanguínea e de outros fluidos energéticos como a linfa e os fluidos intracelulares. Mas este fluxo energético pode ser restabelecido através da mobilização da energia estagnada. Para que este processo seja entendido, trago algumas questões básicas da teoria reicheana, que nos permitem a compreensão dos bloqueios e desbloqueios da energia, que constituem a base para uma prática educativa lúdica.



Bibliografia

2 LUCKESI, Cipriano Carlos. Educação, ludicidade e prevenção das neuroses futuras: uma proposta pedagógica a partir da Biossíntese. In: LUCKESI, Cipriano Carlos (org.) Ludopedagogia – Ensaios 1: Educação e Ludicidade. Salvador: Gepel, 2000.
3 SANTIN, Silvino. Educação física: da opressão do rendimento à alegria do lúdico. Porto Alegre: Edições EST/ESEF – UFRGS, 1994.
4 FORTUNA, Tânia Ramos. Formando professores na Universidade para brincar. In: SANTOS, Santa Marli P.dos (org.). A ludicidade como ciência. Petrópolis: Vozes, 2001, p.116.
5 PEREIRA, Lucia Helena P. Ludicidade: algumas reflexões. In: PORTO, Bernadete de Souza (org.). Ludicidade: o que é mesmo isso? Salvador: Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Gepel, 2002, p.17.
6 REICH, Wilhelm. A função do orgasmo. Problemas econômico-sexuais da energia biológica. Tradução de Maria da Glória Novak. 19 ed. São Paulo: Brasiliense, 1995, p.256.
7 REICH, Wilhelm. Análise do caráter. Tradução de Ricardo Amaral do Rego. 3 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
8 REICH, 1995, p. 245-246.
9 KELEMAN, Stanley. Anatomia emocional: a estrutura da experiência. Tradução de Myrthes Suplicy Vieira. 3 ed. São Paulo: Summus, 1992, p.77.
10 Motilidade corporal é o fluxo interno, diferente do movimento, que se manifesta externamente; “é a vitalidade do padrão pulsátil, a força e a intensidade das pulsações dos órgãos que dão energia e identidade pessoal” (KELEMAN,1992, p.42).
11 REICH, 1995, p.255.
12 LOWEN, Alexander. Medo da vida. Tradução de Maria Sílvia Mourão Netto. São Paulo: Summus, 1989, p.81-82.
13 LOWEN, 1989, p.114.
14 LOWEN, 1989.
15 LOWEN, Alexander. Prazer. Uma abordagem criativa da vida. Tradução de Ibanez de Carvalho Filho. 6 ed. São Paulo: Summus, 1984.
16 LOWEN, 1984, p.29.
17 BOADELLA, David. Correntes da vida. Uma introdução à Biossíntese. Tradução de Cláudia Soares Cruz. 2 ed. São Paulo: Summus, 1992, p.11.


FONTE:
http://www.fw2.com.br/clientes/artesdecura/REVISTA/corpo_terapia/bioexpressao.htm



quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Se não ou senão?


  • SENÃO - do contrárioa não serexcetomas sim.
Exs.: Ninguém senão os dois baixinhos enfrentaram a situação.
         Devemos fazer as tarefas no prazo, senão seremos marcados pelo professor.


  • SE  NÃO - caso não ou ainda  ou.
Exs.: Se não chover,  poderemos ir à praia. Passa a ideia de CONDIÇÃO para que algo aconteça.
         O jogo será amanhã à noite, se não ocorrer nenhum imprevisto.


Complete as frases com se não ou senão:
1.A funcionária nada fazia ____________telefonar continuamente.
2.Os sem-terra nada fizeram, _____________reclamar os seus direitos.
3.Não teremos reajuste no salário, _____________houver mais inflação.
4.Acompanhe-o até à porta, ____________ ele se perderá nestes corredores.
5.A dívida deveria ser saldada, ___________ os bens seriam confiscados.
6.____________ conseguir apoio dos empresários, o governo não terá sucesso.
7.Hoje o júri se reúne novamente para sua decisão final,___________ amanhã.
8.As pessoas precisam evitar desperdício ____________ porão em risco a sobrevivência de outros.


Fonte: neonconcursos.com.br, com alteração.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Criança insegura: saiba o que provoca e o que fazer em relação a esse problema



A infância é a etapa do desenvolvimento em que os mais diversos sentimentos e emoções começam a ser experimentados, o que reflete em comportamentos que podem perdurar durante toda a vida, como é o caso da insegurança.
Uma criança insegura espelha uma série de motivações e condições vivenciadas em seu entorno, as quais podem ser evitadas pela conduta familiar.

Entenda e atue frente à insegurança infantil.

O que é a insegurança infantil

A insegurança sentida pela criança consiste em um estado emocional geralmente desencadeado pela percepção de sua vulnerabilidade ou incapacidade diante de uma situação ameaçadora ou alarmante. Ao ser confrontada com um estímulo desse tipo, a criança insegura considera que suas habilidades ou recursos são insuficientes para lidar com as demandas que a situação provoca, não se sentindo capaz de geri-las.

O fator que desencadeia a insegurança na criança pode ser real ou imaginário, levando ao temor pelo fracasso ou perdas, em sua maioria, afetivas. A insegurança infantil é comumente manifestada por medo, nervosismo, níveis mais elevados de ansiedade e agitação psicomotora.

Embora possa ter efeito protetor — na contenção de riscos e erros, por exemplo —, é um estado negativo, que leva a alterações comportamentais e sociais.

Causas da insegurança na criança

A compreensão das motivações da insegurança na criança permite à família auxiliar na recuperação da autoconfiança pelo infante, que, assim, tende a se sentir mais acolhido e querido no interior dos grupos sociais de que participa.

São diversas as causas desse estado emocional, as quais estão, em geral, associadas ao tipo de tratamento recebido pela criança e ao estilo educativo adotado pelos familiares. Atitudes como indiferença, desprezo, rejeição, abandono e ausência de demonstração de afeto repercutem de maneira negativa na formação do autoconceito e da autoestima da criança, fazendo com ela cresça se sentindo menos capaz e menos importante que os outros.

A superproteção é também uma causa relevante, já que tende a dificultar que ela acredite em si mesma, perceba seu potencial e consiga agir por conta própria.

Estratégias educativas baseadas no excesso de autoridade e severidade, elevada exigência, agressividade, falta de confiança e críticas excessivas podem arruinar o desenvolvimento da autonomia da criança.

Essas intervenções tendem a impedir que a criança tome as próprias decisões e gera, com o passar do tempo, sentimento de inferioridade, perda de autoconfiança e constante temor em fracassar.

Como lidar com uma criança insegura

Crianças precisam se sentir queridas e estimadas, principalmente, por sua família. No entanto, considerando as causas e manifestações da insegurança infantil, pode ser que a criança já tenha desenvolvido características desse estado emocional, sendo necessário lidar com ele e encontrar meios para reduzi-lo.

De modo geral, o diálogo com a criança, o tipo de atitude dos familiares e o fortalecimento socioemocional são os caminhos.Conversar com a criança sobre suas inseguranças, temores e falta de autoconfiança tende a ajudá-la a perceber suas potencialidades.

Além disso, é importante que a família aja em prol do desenvolvimento paulatino da autonomia da criança, delegando tarefas a ela e permitindo que crie sua própria independência, por meio da realização de atividades sem a intervenção direta dos familiares.

O manejo comportamental de uma criança insegura envolve a afetividade. Por isso, é fundamental que a família estabeleça e fortaleça vínculos afetivos no sentido de demonstrar à criança que ela é amada e valiosa, o que é feito por meio de ações de carinho, proteção moderada, estabilidade emocional e acolhimento.

Enfim, para eliminar a insegurança infantil, é preciso atacar as suas causas.


Fonte:escoladainteligencia.com

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Melhore seu vocabulário



Para construir um bom texto, expressar-se adequadamente ou mesmo ter alto poder de interpretação de texto, é essencial que tenhamos um bom vocabulário. Ter um vocabulário amplo é como ter um glossário de palavras e expressões dentro da própria cabeça. Mais do que conhecer vocábulos diferentes, é necessário saber empregá-los, saber seus sinônimos, descobrir qual se encaixa melhor na ideia que você quer passar. Mas, como ninguém nasce sabendo, o nosso vocabulário vai sendo formado ao longo da vida, e existem alguns meios de tornar o seu dicionário pessoal mais amplo e eficaz.

Ler muito

A leitura só traz benefícios, e com relação ao vocabulário não seria diferente. Ler é uma ótima forma de desenvolver o cérebro, a capacidade de interpretação, além de ajudar no armazenamento de informações importantes – e os vocábulos estão inclusos nessas informações importantes. O mais interessante é ler obras diferentes, veículos diferentes, para ter contato com diversos tipos de discurso e palavras. Por exemplo, ler obras clássicas nos coloca em contato com uma série de palavras que não fazem parte do nosso cotidiano – e isso nos torna capazes de compreender informações escritas das mais variadas formas.

Conversar com pessoas diferentes

A sua vivência  também pode contribuir para o enriquecimento do seu vocabulário. Relacionar-se com pessoas diferentes, com experiências e origens diferentes das suas te coloca em contato com vocábulos que não são comuns para você, e isso é enriquecedor.

Escrever bastante

Como qualquer outra atividade que exija desempenho da nossa memória, para manter o nosso vocabulário amplo em pleno funcionamento, é preciso utilizá-lo. E a melhor forma de fazer isso é escrevendo. Além de exercitar o que você já sabe, ao escrever você estimula o seu cérebro a compreender as derivações das palavras, utilizar sinônimos, além de fixar os vocábulos na memória.

Pesquisar

A pesquisa precisa ser constante. É importante saber o significado das palavras, as melhores aplicações, os sinônimos e, principalmente, a grafia correta das mesmas. Escrever corretamente é imprescindível.
Ter um bom vocabulário permite que você construa textos mais ricos, interessantes e fáceis de ler. Permite também que você seja mais eloquente, se expresse mais facilmente e consiga expor e defender seus pontos de vista. Leia, escreva, converse e pesquise, seu vocabulário agradece.


Por Gabriella Porto



quinta-feira, 13 de abril de 2017

sexta-feira, 24 de março de 2017

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Clichês em Produção Textual

Saiba o significado de clichê:

Em redação, chamamos de clichê aquele termo que já foi muito usado; trata-se de um termo gasto, manjado e sem nenhuma originalidade. Além disso, seu uso demonstra pobreza vocabular. Devemos, pois, evitá-los. 

Vejamos abaixo alguns clichês bastante comuns:

- Abrir com chave de ouro
- Antes de mais nada
- Aparar as arestas
- A todo vapor
- Caixinha de surpresas
- Calorosos aplausos
- Corações e mentes
- Do Oiapoque ao Chuí
- Em nível de
- Erro gritante
- Importância vital
- Inserido no contexto
- Joia da coroa
- Uma luz no fim do túnel
- No fundo do poço
- Os quatro cantos do mundo
- Pergunta que não quer calar
- Preencher uma lacuna
- Rota de colisão
- Usina de ideias
- Nós, brasileiros
- Nós, seres humanos
- Vitória esmagadora
- Começar com o pé direito
- Agradar a gregos e troianos

Os clichês abaixo são, geralmente, usados em início de textos:

- Desde os primórdios da humanidade...
- Hoje em dia...
- Nos dias atuais...
- Nos dias de hoje...
- Atualmente...
- Indubitavelmente...
- Para começar...
- Na minha opinião...
- No meu ponto de vista...

Já estes clichês são usados no final de texto, na conclusão:

- Conclui-se que...
- Concluindo...
- Com base nos fatos mencionados, conclui-se que...
- Para concluir...

Sempre que escrevermos um texto, devemos fazer uma revisão final, quando os clichês serão percebidos e retirados. 

Bom estudo!



quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Regra básica da crase

A crase é a junção da preposição A + o artigo A (ou as: plural); também caracteriza crase a junção da preposição A + aquele(s), aquela(s) ou aquilo.

A crase é representada pelo acento grave (`).

Alguns verbos e nomes exigem a preposição A. Por exemplo, quando dizemos que vamos, devemos dizer A qual lugar, ou seja, quem vai vai A algum lugar; o verbo exige, pois, a preposição A.

Se a palavra a seguir (ou a relacionada ao verbo/nome) admitir o artigo A, ou for aquele(s), aquela(s) ou aquilo, teremos crase.

Vejamos:

Vou a(1) a(2) reunião hoje.

(1) representa a preposição exigida por “vou”, e (2), o artigo determinante do substantivo “reunião”.

Logo:

Vou à reunião hoje.

Agora observem:

Sentei próximo à ela.

Nesse caso, está errado o uso do acento grave, pois o pronome “ela” não admite artigo A. Fica “Sentei próximo A ela”, sendo esse A uma preposição exigida pelo termo “próximo”: quem está próximo está próximo A algo, A alguém ou A algum lugar.
A palavra que admite o artigo A pode não vir logo em seguida, pois a ordem dos termos na oração não é fixa:

À Escola retornamos quando o evento terminou.

Quem retorna retorna A algum lugar ou A algo; o verbo exige A. O substantivo “Escola” admite artigo A, daí a crase. É fácil perceber que “retornamos” tem vínculo com “Escola”.

É possível também que a crase ocorra mesmo com a ausência do termo que exige o artigo A:

À proposta do diretor eu disse sim, à do fornecedor disse não.

A segunda crase ocorre porque está implícita a palavra “proposta”, que admite o artigo A, e o verbo dizer deixa presumir que dizemos algo A alguém.  

Outras ocorrências:

Não me refiro a aquela campanha. > Não me refiro àquela campanha.
Quando me refiro, refiro-me A algo ou A alguém.

Não chegamos a aquele assunto. > Não chegamos àquele assunto.
Quem chega chega A algum lugar, A algo ou A alguém.

A Aquilo dirigimos nossa atenção > Àquilo dirigimos nossa atenção.
Quem dirige dirige algo/alguém A algo, A algum lugar ou A alguém.



Em expressões adverbiais femininas, como à noite, à vista, à toa, à tarde, entre outras, é constante o uso do acento grave, sem que haja a contração mencionada acima. Nesse caso, também entra o acento grave na indicação de horas: às 2h, às 11h45...


  

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