Downloads
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Colocação pronominal - 9º Ano
Exercício
1. ( ) O presente é a bigorna onde se forja o futuro.
2. ( ) Nossa vocação molda-se às necessidades.
3. ( ) Se não fosse a chuva, acompanhar-te-ia.
4. ( ) Macacos me mordam!
5. ( ) Caro amigo, muito lhe agradeço o favor…
6. ( ) Ninguém socorreu-nos naqueles momentos difíceis.
7. ( ) As informações que se obtiveram, chocavam-se entre si.
8. ( ) Quem te falou a respeito do caso?
9. ( ) Não foi trabalhar porque machucara- se na véspera.
10. ( ) Não só me trouxe o livro, mas também me deu presente.
11. ( ) Ele chegou e perguntou-me pelo filho.
12. ( ) Em se tratando de esporte, prefere futebol.
13. ( ) Vamos, amigos, cheguem-se aos bons.
14. ( ) O torneio iniciar-se-á no próximo Domingo.
15. ( ) Amanhã dizer-te-ei todas as novidades.
16. ( ) Os alunos nos surpreendem com suas tiradas espirituosas.
17. ( ) Os amigos chegaram e me esperam lá fora.
18. ( ) O torneio iniciará-se no próximo domingo.
19. ( ) oferecida-lhes as explicações, saíram felizes.
20. ( ) Convido-te a fazeres-lhes, essa gentileza.
21. ( ) Para não falar- lhe, resolveu sair cedo.
22. ( ) É possível que o leitor nos não creia.
23. ( ) A turma quer-lhe, fazer uma surpresa.
24. ( ) A turma havia convidado-o para sair.
25. ( ) Ninguém podia ajudar-nos naquela hora.
26. ( ) Algumas haviam-nos contado a verdade.
27. ( ) Todos se estão entendendo bem.
28. ( ) As meninas não tinham nos convidado para sair.
29) Assinale a frase com erro de colocação pronominal:
a) Tudo se acaba com a morte, menos a saudade.
b) Com muito prazer, se soubesse, explicaria-lhe tudo.
c) João tem-se interessado por suas novas atividades.
d) Ele estava preparando-se para o vestibular de Direito.
30) Assinale a frase com erro de colocação pronominal:
a) Tudo me era completamente indiferente.
b) Ela não me deixou concluir a frase.
c) Este casamento não deve realizar-se.
d) Ninguém havia lembrado-me de fazer as reservas.
31. ( ) Quando se estudaram minuciosamente as propostas, descobriram- se todas as falhas.
32. ( ) Segundo informaram- me na seção, já se encontram prontos os contracheques desta mês.
33. ( ) Os papéis que remeteram-me estão em ordem, ainda hoje devolvê-los-ei como havia prometido-lhes.
34. ( ) Os professores haviam-nos instruído para as provas.
35. ( ) Nada chegava a impressioná-la em sua passividade.
36. ( ) Que Deus te acompanhe por toda a vida.
37. ( ) Quando lhes entregariam as provas, era um mistério que não lhes era possível desvendar.
38. ( ) A respeito daquelas fraudes, os auditores já haviam prevenido-os há muito tempo.
39. ( ) Os amigos entreolharam- se emocionados, mas não lhes deram mais nenhuma informação.
40. ( ) Aquele foi o livro que lhe eu dei como prova de admiração.
41. ( ) Admirou-me a despesa porque não havias-me dito que o presente iria custar-te tão caro.
42. ( ) Ainda não me havias falado essas injúrias.
43. ( ) Já de pé, banhando-me, ouço-lhe os passos no corredor.
44. ( ) Dir-se-ia que todos preferem-lhe ocultar os fatos.
45. ( ) Os alunos não têm preocupado-se com as provas.
46. ( ) Peça a dar- se- lhe- à o perdão.
47. ( ) Causava-me admiração ver aqueles jovens dedicando-se aos estudos, enquanto outros não se esforçavam nem um pouco.
48. ( ) Nada se faria, se ficassem de braços cruzados.
49. ( ) No caso de não cumprirem o horário das aulas, romperão-se as cláusulas contratuais.
50. ( ) Assim que sentiu-se prejudicado, reclamou seus direitos.
32. ( ) Segundo informaram- me na seção, já se encontram prontos os contracheques desta mês.
33. ( ) Os papéis que remeteram-me estão em ordem, ainda hoje devolvê-los-ei como havia prometido-lhes.
34. ( ) Os professores haviam-nos instruído para as provas.
35. ( ) Nada chegava a impressioná-la em sua passividade.
36. ( ) Que Deus te acompanhe por toda a vida.
37. ( ) Quando lhes entregariam as provas, era um mistério que não lhes era possível desvendar.
38. ( ) A respeito daquelas fraudes, os auditores já haviam prevenido-os há muito tempo.
39. ( ) Os amigos entreolharam- se emocionados, mas não lhes deram mais nenhuma informação.
40. ( ) Aquele foi o livro que lhe eu dei como prova de admiração.
41. ( ) Admirou-me a despesa porque não havias-me dito que o presente iria custar-te tão caro.
42. ( ) Ainda não me havias falado essas injúrias.
43. ( ) Já de pé, banhando-me, ouço-lhe os passos no corredor.
44. ( ) Dir-se-ia que todos preferem-lhe ocultar os fatos.
45. ( ) Os alunos não têm preocupado-se com as provas.
46. ( ) Peça a dar- se- lhe- à o perdão.
47. ( ) Causava-me admiração ver aqueles jovens dedicando-se aos estudos, enquanto outros não se esforçavam nem um pouco.
48. ( ) Nada se faria, se ficassem de braços cruzados.
49. ( ) No caso de não cumprirem o horário das aulas, romperão-se as cláusulas contratuais.
50. ( ) Assim que sentiu-se prejudicado, reclamou seus direitos.
GABARITO
1. C
2. C
3. C
4. C
5. C
6. E
7. C
8. C
9. E
10. C
11. C
12. C
13. C
14. C
15. E
16. C
17. C
18. E
19. E
20. E
21. C
22. C
23. C
24. E
25. C
26. E
27. E
28. E
29. B
30. D
31. C
32. E
33. E
34. C
35. C
36. C
37. C
38. E
39. C
40. C
41. E
42. C
43. C
44. E
45. C
46. E
47. C
48. C
49. E
50. E
1. C
2. C
3. C
4. C
5. C
6. E
7. C
8. C
9. E
10. C
11. C
12. C
13. C
14. C
15. E
16. C
17. C
18. E
19. E
20. E
21. C
22. C
23. C
24. E
25. C
26. E
27. E
28. E
29. B
30. D
31. C
32. E
33. E
34. C
35. C
36. C
37. C
38. E
39. C
40. C
41. E
42. C
43. C
44. E
45. C
46. E
47. C
48. C
49. E
50. E
Fonte: http://portuguesemfoco.com/pf/50-exercicios-para-testar-seus-conhecimentos-acerca-de-colocacao-pronominal
Barroco - 9º Ano
Saiba mais!
O tempo barroco denomina genericamente todas as manifestações artísticas dos anos 1600 e início dos anos 1700. Além da literatura, estende-se à música, pintura, escultura e arquitetura da época.
Mesmo considerando o Barroco o primeiro estilo de época da literatura brasileira e Gregório de Matos o primeiro poeta efetivamente brasileiro, com sentimento nativista manifesto, na realidade ainda não se pode isolar a Colônia da Metrópole. Ou, como afirma Alfredo Bosi: "No Brasil houve ecos do Barroco europeu durante os séculos XVII e XVIII: Gregório de Matos, Botelho de Oliveira, Frei Itaparica e as primeiras academias repetiram motivos e formas do barroquismo ibérico e italiano". Além disso, os dois principais autores - Pe. Antônio Vieira e Gregório de Matos - tiveram suas vidas divididas entre Portugal e Brasil. Por essas razões, neste capítulo não separaremos as manifestações barrocas de Portugal e do Brasil.
Em Portugal, o Barroco ou Seiscentismo tem seu início em 1580 com a unificação da Península Ibérica, o que acarretará um forte domínio espanhol em todas as atividades, daí o nome Escola Espanhola, também dado ao Barroco lusitano. O Seiscentismo se estenderá até 1756, com a fundação da Arcádia Lusitana, já em pleno governo do Marquês de Pombal, aberto aos novos ares da ideologia liberal burguesa iluminista, que caracterizará a segunda metade do século XVIII.
No Brasil, o Barroco tem seu marco inicial em 1601 com a publicação do poema épico Prosopopéia, de Bento Teixeira, que introduz definitivamente o modelo da poesia camoniana em nossa literatura. Estende-se por todo o século XVII e início do século XVIII. O final do Barroco brasileiro só se concretizou em 1768, com a fundação da Arcádia Ultramarina e com a publicação do livro Obras, de Cláudio Manuel da Costa. No entanto, já a partir de 1724, com a fundação da Academia Brasílica dos Esquecidos, o movimento academicista ganhava corpo, assinalando a decadência dos valores defendidos pelo Barroso e a ascensão do movimento árcade.
Momento histórico
Se o início do século XVI, notadamente seus primeiros 25 anos, pode ser considerado o período áureo de Portugal, não é menos verdade que os 25 últimos anos desse mesmo século podem ser considerados o período mais negro de sua história.
O comércio e a expansão do império ultramarino levaram Portugal a conhecer uma grandeza aparente. Ao mesmo tempo que Lisboa era considerada a capital mundial da pimenta, a agricultura lusa era abandonada. As colônias, principalmente o Brasil, não deram a Portugal riquezas imediatas; com a decadência do comércio das especiarias orientais observa-se o declínio da economia portuguesa. Paralelamente, Portugal vive uma crise dinástica: em 1578, levando adiante o sonho megalomaníaco de transformar Portugal novamente num grande império, D. Sebastião desaparece em Alcácer-Quibir, na África; dois anos depois, Filipe II da Espanha consolida a unificação da Península Ibérica - tal situação permaneceria até 1640, quando ocorre a Restauração (Portugal recupera sua autonomia).
A perda da autonomia e o desaparecimento de D. Sebastião originam em Portugal o mito do Sebastianismo (crença segundo a qual D. Sebastião voltaria e transformaria Portugal no Quinto Império). O mais ilustre sebastianista foi sem dúvida o Pe. Antônio Vieira, que aproveitou a crença surgida nas "trovas" de um sapateiro chamado Gonçalo Anes Bandarra.
A unificação da Península veio favorecer a luta conduzida pela Companhia de Jesus em nome da Contra-Reforma: o ensino passa a ser quase um monopólio dos jesuítas e a censura eclesiástica torna-se um obstáculo a qualquer avanço no campo científico-cultural. Enquanto a Europa conhecia um período de efervescência no campo científico, com as pesquisas e descobertas de Francis Bacon, Galileu, Kepler e Newton, a Península Ibérica era um reduto da cultura medieval.
Com o Concílio de Trento (1545-1563), o Cristianismo se divide. De um lado os estados protestantes (seguidores de Lutero - introdutor da Reforma) que propagavam o "espírito científico", o racionalismo clássico, a liberdade de expressão e pensamento. De outro, os redutos católicos (a Contra-Reforma) que seguiam uma mentalidade mais estreita, marcada pela Inquisição (na verdade uma espécie de censura) e pelo teocentrismo medieval.
É nesse clima que se desenvolve a estética barroca, notadamente nos anos que se seguem ao domínio espanhol, já que a Espanha é o principal foco irradiador do novo estilo.
O quadro brasileiro se completa, no século XVII, com a presença cada vez mais forte dos comerciantes, com as transformações ocorridas no Nordeste em conseqüência das invasões holandesas e, finalmente, com o apogeu e a decadência da cana-de-açúcar.
Caratcterísticas
O estilo barroco nasceu da crise de valores renascentistas ocasionada pelas lutas religiosas e pela crise econômica vivida em consequência da falência do comércio com o Oriente. O homem do Seiscentismo vivia um estado de tensão e desequilíbrio, do qual tentou evadir-se pelo culto exagerado da forma, sobrecarregando a poesia de figuras, como a metáfora, a antítese, a hipérbole e a alegoria.
Todo o rebuscamento que aflora na arte barroca é reflexo do dilema, do conflito entre o terreno e o celestial, o homem e Deus (antropocentrismo e teocentrismo), o pecado e o perdão, a religiosidade medieval e o paganismo renascentista, o material e o espiritual, que tanto atormenta o homem do século XVII. A arte assume, assim, uma tendência sensualista, caracterizada pela busca do detalhe num exagerado rebuscamento formal.
Podemos notar dois estilos no barroco literário: o Cultismo e o Conceptismo.
- Cultismo: é caracterizado pela linguagem rebuscada, culta, extravagante (hipérboles), descritiva; pela valorização do pormenor mediante jogos de palavras (ludismo verbal), com visível influência do poeta espanhol Luís de Gôngora; daí o estilo ser também conhecido por Gongorismo. No cultismo valoriza-se o "como dizer".
- Conceptismo: é marcado pelo jogo de ideias, de conceitos, seguindo um raciocínio lógico, racionalista, que utiliza uma retórica aprimorada (arte de bem falar, ou escrever, com o propósito de convencer; oratória). Um dos principais cultores do Conceptismo foi o espanhol Quevedo, de onde deriva o termo Quevedismo. Valoriza-se, neste estilo, "o que dizer".
Na literatura, as características principais são:
- Culto do contraste: o poeta barroco se sente dividido, confuso. A obra é marcada pelo dualismo: carne X espírito, vida X morte, luz X sombra, racional X místico. Por isso, o emprego de antíteses.
- Pessimismo: devido a tensão (dualidade), o poeta barroco não tinha nenhuma perspectiva diante da vida.
- Literatura moralista: a literatura tornou-se um importante instrumento para educar e para "pregar" por parte dos religiosos (padres).
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Exercícios de análise sintática - 7º Ano
Fonte: http://www.infoescola.com/portugues/analise-sintatica-e-analise-morfologica/exercicios/
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Resumo de A Droga do Amor - Pedro Bandeira
Os Karas se reúnem no seu antigo esconderijo (alçapão), porém desfalcados (Magri está em um campeonato de ginástica olímpica, nos EUA) e os integrantes que estão na reunião decidem que, por um motivo que Chumbinho desconhecia, o grupo estaria acabado. Ao mesmo tempo, descobre-se que o Dr. QI, fugitivo que os Karas ajudaram a prender, fugiu sem deixar vestígios. Chumbinho percebe o perigo que isso representa para o grupo e alerta Magri. Ela desiste do campeonato e volta para o Brasil.
O assunto do momento é a “Droga do amor”, uma descoberta muito útil de cientistas estrangeiros que poderá ser a cura para a praga do século. Eles iriam testar essa droga pela primeira vez em seres humanos aqui no Brasil. O criador da droga e o representante da empresa responsável por ela na América Latina, Hector Morales, chegarão ao Brasil no mesmo vôo que Magri e sua professora, D. Iolanda. Quando a professora de Magri descobre quem está no avião, corre para pedir um autógrafo seu. Várias outras pessoas seguiram o seu exemplo, mas só ela conseguiu um.
No desembarque, alguns homens baleiam D. Iolanda, golpeiam o representante da empresa, e seqüestram o cientista responsável pela droga, junto com as únicas amostras existentes da “Droga do amor”. A bolsa de Magri também some, mas ela não se preocupa, já que não tem nada importante nela. Ela fica com a bolsa de D. Iolanda e tem um plano para reunir os Karas novamente. Chumbinho e Magri fingem o seqüestro de Chumbinho, que se fantasiaria de anão e poderia participar do caso, anonimamente. Só ele e Magri saberiam. O plano deu certo e os Karas começaram a investigar junto com o detetive Andrade, um velho amigo.
De acordo com Crânio, o mais inteligente do grupo, a primeira coisa a ser feita era interrogar D. Iolanda que ainda não saíra do hospital. Mas como fazer isso se ela estava sendo guardada por dois “gorilas”? A solução foi fantasiar Magri. Ela entrou no quarto da sua professora e constatou que ela estava tomando remédios que estavam a fazendo dormir. Magri trocou os remédios e em pouco tempo a professora acordou, mas Magri não a deixou falar nada e recomendou que ela fingisse que estava dormindo enquanto ia buscar ajuda. Ela foi o mais rápido que pode, e quando voltou com o detetive Andrade e os outros Karas, D. Iolanda tinha desaparecido.
Um certo anão escondia-se no porta-malas de um carro dirigido por “dois gorilas” enquanto um grupo de adolescentes bolavam um plano estranho. Eles iriam para a prisão de onde tinha fugido o Dr. QI e exigiam fingir que eram sobrinhos de todos os presos que fossem receber transferência dessa prisão de segurança máxima para uma outra prisão qualquer. Estariam disfarçados, é claro.
Na última tentativa de fazer o plano dar certo, Crânio surpreende um “velho”. Ele diz que é seu sobrinho e o velho acredita. Pronto, estava feito. O Dr. QI disfarçado de velho é desmascarado, mas ele não tem nada a ver com o seqüestro do Dr. Bartolomeu F., criador da droga.
Nessa hora, Magri percebeu o que estava acontecendo. Pediu ao detetive Andrade que lhe trouxesse uma amostra da assinatura do Dr. Bartolomeu e ele atendeu prontamente. Magri comparou a assinatura recém-chegada com o autógrafo que estava na bolsa de sua professora. Eram diferentes, o que queria dizer que não tinha sido o verdadeiro Dr. Bartolomeu que tinha sido seqüestrado.
No final, descobriram que a verdadeira “Droga do amor” não havia passado nos testes e que a empresa estava atolada em dívidas por isso. Então a solução que eles encontraram foi fingir que estava dando certo e forjar o seqüestro de um sósia do Dr. Bartolomeu. Já que o verdadeiro não tinha concordado com isso, eles o tinham matado. Chumbinho tira D. Iolanda do lugar onde a estavam escondendo e ela fala que o Morales tinha mandado os homens atirarem nela, já que ela era a única que poderia confirmar que o homem seqüestrado não era o criador da droga. Tudo se resolve no final e os Karas voltam a ser o grupo unido que era tempos atrás.
Fonte: http://www.foradesala.com.br/resumos/livro/a-droga-do-amor
O assunto do momento é a “Droga do amor”, uma descoberta muito útil de cientistas estrangeiros que poderá ser a cura para a praga do século. Eles iriam testar essa droga pela primeira vez em seres humanos aqui no Brasil. O criador da droga e o representante da empresa responsável por ela na América Latina, Hector Morales, chegarão ao Brasil no mesmo vôo que Magri e sua professora, D. Iolanda. Quando a professora de Magri descobre quem está no avião, corre para pedir um autógrafo seu. Várias outras pessoas seguiram o seu exemplo, mas só ela conseguiu um.
No desembarque, alguns homens baleiam D. Iolanda, golpeiam o representante da empresa, e seqüestram o cientista responsável pela droga, junto com as únicas amostras existentes da “Droga do amor”. A bolsa de Magri também some, mas ela não se preocupa, já que não tem nada importante nela. Ela fica com a bolsa de D. Iolanda e tem um plano para reunir os Karas novamente. Chumbinho e Magri fingem o seqüestro de Chumbinho, que se fantasiaria de anão e poderia participar do caso, anonimamente. Só ele e Magri saberiam. O plano deu certo e os Karas começaram a investigar junto com o detetive Andrade, um velho amigo.
De acordo com Crânio, o mais inteligente do grupo, a primeira coisa a ser feita era interrogar D. Iolanda que ainda não saíra do hospital. Mas como fazer isso se ela estava sendo guardada por dois “gorilas”? A solução foi fantasiar Magri. Ela entrou no quarto da sua professora e constatou que ela estava tomando remédios que estavam a fazendo dormir. Magri trocou os remédios e em pouco tempo a professora acordou, mas Magri não a deixou falar nada e recomendou que ela fingisse que estava dormindo enquanto ia buscar ajuda. Ela foi o mais rápido que pode, e quando voltou com o detetive Andrade e os outros Karas, D. Iolanda tinha desaparecido.
Um certo anão escondia-se no porta-malas de um carro dirigido por “dois gorilas” enquanto um grupo de adolescentes bolavam um plano estranho. Eles iriam para a prisão de onde tinha fugido o Dr. QI e exigiam fingir que eram sobrinhos de todos os presos que fossem receber transferência dessa prisão de segurança máxima para uma outra prisão qualquer. Estariam disfarçados, é claro.
Na última tentativa de fazer o plano dar certo, Crânio surpreende um “velho”. Ele diz que é seu sobrinho e o velho acredita. Pronto, estava feito. O Dr. QI disfarçado de velho é desmascarado, mas ele não tem nada a ver com o seqüestro do Dr. Bartolomeu F., criador da droga.
Nessa hora, Magri percebeu o que estava acontecendo. Pediu ao detetive Andrade que lhe trouxesse uma amostra da assinatura do Dr. Bartolomeu e ele atendeu prontamente. Magri comparou a assinatura recém-chegada com o autógrafo que estava na bolsa de sua professora. Eram diferentes, o que queria dizer que não tinha sido o verdadeiro Dr. Bartolomeu que tinha sido seqüestrado.
No final, descobriram que a verdadeira “Droga do amor” não havia passado nos testes e que a empresa estava atolada em dívidas por isso. Então a solução que eles encontraram foi fingir que estava dando certo e forjar o seqüestro de um sósia do Dr. Bartolomeu. Já que o verdadeiro não tinha concordado com isso, eles o tinham matado. Chumbinho tira D. Iolanda do lugar onde a estavam escondendo e ela fala que o Morales tinha mandado os homens atirarem nela, já que ela era a única que poderia confirmar que o homem seqüestrado não era o criador da droga. Tudo se resolve no final e os Karas voltam a ser o grupo unido que era tempos atrás.
Fonte: http://www.foradesala.com.br/resumos/livro/a-droga-do-amor
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Exercício sobre crase - 9º Ano
EXERCITE!
1. (IBGE) Assinale a opção incorreta com relação ao emprego do acento indicativo de crase:
a) O pesquisador deu maior atenção à cidade menos privilegiada.
b) Este resultado estatístico poderia pertencer à qualquer população carente.
c) Mesmo atrasado, o recenseador compareceu à entrevista.
d) A verba aprovada destina-se somente àquela cidade sertaneja.
e) Veranópolis soube unir a atividade à prosperidade.
2. (IBGE) Assinale a opção em que o A sublinhado nas duas frases deve receber acento grave indicativo de crase:
a. Fui a Lisboa receber o prêmio. / Paulo começou a falar em voz alta.
b. Pedimos silêncio a todos. Pouco a pouco, a praça central se esvaziava.
c. Esta música foi dedicada a ele. / Os romeiros chegaram a Bahia.
d. Bateram a porta fui atender. / O carro entrou a direita da rua.
e. Todos a aplaudiram. / Escreve a redação a tinta.
3. (UF-RS) Disse ..... ela que não insistisse em amar ..... quem não ..... queria.
a) a - a - a d) à - à- à
b) a - a - à e) a - à - à
c) à - a - a
4. (UF-RS) Quanto ..... suas exigências, recuso-me ..... levá-las ..... sério.
a) às - à - a d) à - a - à
b) a - a - a e) as - a - a
c) as - à - à
5. (UC-BA) Já estavam ..... poucos metros da clareira, ..... qual foram ter por um atalho aberto ..... foice.
a) à - à - a d) à - a - à
b) a - à - a e) à - à - à
c) a - a - à
6. (UC-BA) Afeito ..... solidão, esquivava-se ..... comparecer ..... comemorações sociais.
a) à - a - a d) a - à - a
b) à - à - a e) a - a - à
c) à - a - à
7. (TTN) Preencha as lacunas da frase abaixo e assinale a alternativa correta:
"Comunicamos ..... Vossa Senhoria que encaminhamos ..... petição anexa ..... Divisão de Fiscalização que está apta ..... prestar ..... informações solicitadas."
a) a, a, à, a, as d) à, à, a, à, às
b) à, a, à, a, às e) à, a, à, à, as
c) a, à, a, à, as
8. (UF-RS) Somente ..... longo prazo será possível ajustar-se esse mecanismo ..... finalidade ..... que se destina.
a) a - à - a d) à - a - a
b) à - a - à e) à - à - a
c) à - à - à
9. (UF-RS) Entregue a carta ..... homem ..... que você se referiu ..... tempos.
a) aquele - à - á d) àquele - à - à
b) àquele - à - há e) àquele - a - há
c) aquele - a - a
10. (BB) Há crase:
a) Responda a todas as perguntas.
b) Avise a moça que chegou a encomenda.
c) Volte sempre a esta casa.
d) Dirija-se a qualquer caixa.
e) Entregue o pedido a alguém na portaria
GABARITO:
1. B
2.D
3.A
4.B
5.B
6. A
7. A
8. A
9. E
10. B
sábado, 8 de outubro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)